Há 17 anos na RE/MAX MAXGROUP- João Mateus une as suas duas paixões
Resiliência, satisfação do cliente e adaptação à mudança. Três atributos fundamentais de um consultor.
23/02/2026
Com uma trajetória marcada pela experiência, dedicação e
espírito de equipa, João Mateus construiu ao longo dos anos um percurso sólido,
assente em conhecimento técnico e numa visão prática do mundo profissional.
Natural de Lisboa, onde nasceu em 1961, mantém uma forte
ligação à cidade que sempre chamou de casa. Atualmente vive em Benfica, em
Lisboa, onde partilha o quotidiano com a esposa, Anabela, que além de
companheira de vida é também parceira de trabalho. É pai de 2 filhos com 32 e
27 anos, que representam uma parte essencial da sua história e das suas
conquistas pessoais.
A sua formação académica reflete uma base sólida e
multidisciplinar. Formado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior de
Engenharia de Lisboa, complementou o seu percurso com estudos em Gestão de
Empresas no INP. Unindo o rigor técnico à visão estratégica que marcou o seu
caminho profissional. Esta combinação permitiu-lhe desenvolver uma abordagem
equilibrada entre análise, planeamento e execução.
Fora da esfera profissional, João valoriza sobretudo os
momentos de partilha e descoberta nas caminhadas com os amigos, onde o convívio
une-se naturalmente com a descoberta cultural e gastronómica. Estes momentos
são uma forma de enriquecer experiências, explorar novos lugares e reforçar
laços.
Este texto é um convite para conhecer melhor o João Mateus,
um profissional experiente, uma pessoa de fortes valores familiares e alguém
que acredita que o equilíbrio entre o trabalho, conhecimento e bem-estar é
essencial para uma vida plena.
1. Sabemos que está há cerca de 15 anos na
RE/MAX MAXGROUP , mas o que não sabemos é se foi esse o início da sua
experiência no mercado imobiliário. Quer contar-nos um pouco como chegou a este
mercado e o que o levou a entrar para esta agência?
No início de 2009 entrei para a RE/MAX MAXGROUP Telheiras através de uma
entrevista com a Isabel Santos. Após uma experiência gorada como Promotor,
devido a estarmos a atravessar uma crise imobiliária, decidi juntar a minha
experiência na área comercial ao gosto pela Construção. Em virtude dessa crise
foi difícil de atingir um ritmo de transações aceitável no primeiro ano.
2.
Antes de iniciar este percurso, teve outra
atividade profissional? Se sim, qual (ou quais)?
Como a Construção Civil estava em crise em 1986, comecei a trabalhar e
sempre me mantive na área comercial de multinacionais, primeiro como Vendedor
até Chefe de Produto de Material Hospitalar na Johnson & Johnson,
Responsável de Marketing e Diretor de Vendas na Gist Brocades, Diretor de
Vendas na Wella, Consultor na Mercury Urval, e finalmente numa empresa nacional
como Diretor Comercial na Fiação e Tecidos de Torres Novas, durante sete anos,
até 2006. Tirei em seguida uma Pós Graduação em HST enquanto me aventurava como
Promotor Imobiliário.
3.
Na altura da entrada na RE/MAX MAXGROUP
Telheiras, a sua experiência anterior contribuiu de alguma forma para a sua
nova função de consultor imobiliário? Se sim, de que forma?
Sim, foi a primeira vez que consegui juntar os conhecimentos de Construção
Civil com a experiência da Área Comercial. A parte técnica foi sempre muito
fácil e ajudou bastante.
4.
Quando iniciou esta “aventura”, a RE/MAX
MAXGROUP tinha uma dimensão muito inferior ao que é hoje. Agora, no entanto, o
grupo já tem 6 lojas em todo o país e conta com uma equipa de mais de 150
pessoas. Como foi assistir a esta evolução?
Apenas posso falar das lojas onde estive, primeiro em Telheiras onde gostei
muito de estar no início porque existia um espírito de grupo muito forte e
saudável e uma preocupação de dar oportunidades a todos os que quisessem
trabalhar mais. A política de comercialização de empreendimentos, que a própria
loja angariava (Isabel Santos) e depois eram faturados em nome do comercial que
trazia os compradores, estimulava os colegas a fazer as escalas e a procurar
compradores de forma proativa. A migração para a nova loja RE/MAX MAXGROUP Time
surge como uma consequência de pertencer à equipa liderada pelo Luís Silva que
foi a que fui inaugurar. O ambiente que se criou na nova loja e o facto de
finalmente ter convencido a minha esposa Anabela Mateus a acompanhar-me nesta
aventura levou a que me mantenha até hoje a trabalhar neste grupo. O facto de
termos maior dimensão enquanto Grupo na RE/MAX é uma consequência da evolução
que teve a RE/MAX a nível nacional. Nós éramos sempre dos primeiros nos rankings
das lojas e só nos mantemos em posições cimeiras porque evoluímos dessa
forma. Obviamente que a dimensão se traduz em mais possibilidades de negócio e
ajuda nas apresentações para angariação.
5.
E o que representa hoje para si pertencer à
rede RE/MAX? Acha que seria o mesmo se estivesse numa qualquer rede imobiliária
concorrente?
A RE/MAX foi sempre para mim uma primeira opção pela admiração que tinha
pelo mercado norte americano desde os tempos da J&J quando tive lá
formação.
6.
Sabemos também que certamente já alcançou
diversos prémios RE/MAX ao longo desta sua carreira. Quer dizer-nos quais foram
os mais relevantes e o que é que representaram para si?
Sem dúvida o Hall of Fame foi o mais significativo. Em
circunstâncias de mercado difíceis, em sete anos cheguei ao primeiro Milhão de
Dólares (2016).
7.
Acha que ser Consultor Imobiliário hoje é
muito diferente do que era no início desta sua carreira connosco? Na sua
opinião, quais são hoje os principais desafios desta atividade?
Sim, bastante diferente. O fenómeno das Redes Sociais e o profissionalismo
da concorrência leva a que o mercado continue cada vez mais desafiante.
8.
Se tivesse de eleger 2 ou 3 atributos
fundamentais que um Consultor Imobiliário deve ter, quais seriam?
A resiliência, a preocupação com a melhoria do serviço ao cliente e a
constante adaptação às mudanças do mercado.
9.
Falando agora numa perspetiva mais pessoal,
como é que ao longo destes anos tem conciliado a sua vida profissional com a
sua vida pessoal?
É uma luta constante mas, até agora, bem-sucedida.
10.
Para terminar, gostávamos muito que nos desse
um exemplo de um dos casos de sucesso na sua carreira na RE/MAX MAXGROUP.
O primeiro apartamento de perto de um milhão de euros que vendi em 2010.
Recebi uma chamada de um potencial cliente que queria um T4 num edifício que
estávamos a comercializar na Rua Artilharia Um. Só tínhamos a Penthouse porque
todos os outros pisos eram T3 e T1 e o valor deste era quase o dobro. Queria
fazer a visita no domingo seguinte de manhã impreterivelmente. O cliente foi
muito enigmático mas aceitei fazer a visita.
Tratava-se de um partner de uma grande empresa de consultadoria
financeira que queria impressionar a jovem namorada que o acompanhou. Dirigi a
venda para a namorada que ficou encantada com o espaço e as vistas. A proposta
foi feita dias depois na presença do Construtor que se mostrou muito
desconfiado pelo facto do cliente querer ir direto para a escritura e dizer de
imediato que ia recorrer ao crédito. No dia da escritura apareceu com um
representante do Banco que acabou de passar o cheque visado no local e o
cliente pegou no cheque e rindo disse ao construtor “O senhor não acreditava
mas aqui o João Mateus sim!” O riso nervoso do construtor denunciou-o …